terça-feira, fevereiro 06, 2007

Escritas


Às vezes a vida pára tão quieta dentro de mim que ouço o motor suave do pensamento e a pressa do sangue a latejar no fundo dos ouvidos. Não gosto particularmente deste som, deste quase zumbido, deste adejar manso e falso. Espero um tempo que me parece pouco e nem sempre o é.

Recebi hoje, de uma amiga, o texto que se segue e condiz com o meu estado de espírito. Não vale a pena. «Tudo vale a pena se a alma não é pequena» é pura poesia para quem tem o corpo a mirrar. Para quê cansar-me? Para quê ensinar o que está provado já não ser preciso aprender?

Ainda um laivo de rebeldia: quem não souber ler fluentemente, será que compreende a mensagem que para mim é clara?

3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.
4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.

0 R3570 3 F3170 D3 4R314

Só o que permanece é a amizade, o amor e carinho.

O resto é feito de areia.

9 comentários:

LUA DE LOBOS disse...

faltou uma coisa - RESPEITO...
xi
maria de são pedro

Pedro Branco disse...

Já conhecia parte deste texto, que o analiso de um ponto de vista profissional, uma vez que sou professor do 1º ciclo. Nunca me tinham dado ler com outros olhos. Obrigado. Um beijo (com uma cervejita à mistura!)

dakidali disse...

Já vi que tem colaboradora, e que colaboradora. Como é bonito vê-las unidas. Espero que esteja tudo melhor e estabilizado no que respeita à Cibele.
Ando um pouco atarefada e sem vontade de vir para estas bandas, outros valores se têm levantado. Mas eu funciono assim por impulsos, por paixões, por novas coisas. Vá dando notícias. Há novidades também no blogue da escola.
Beijinhos às duas.

M. disse...

Gostei de vaguear pelo teu blog.
(Grata pele visita)

Betty Branco Martins disse...

Olá Cibele

Vim da "casa" da Maria de São Pedro

E adorei conhecer este teu "espaço"

Voltarei se não te importares:))

Beijo com carinho

Betty Branco Martins disse...

Voltei para pedir desculpa, porque só agora li que o blog é assinado por duas pessoas

Por isso:

Olá Jawaa e Cibele:))

veritas disse...

Verdade...por isso quando se encontram devem conservar-se e se se conjugarem, tudo devemos fazer para os maturar, alimentar...essas preciosidades.

Bjs. Boa semana.

Anónimo disse...

Vim visitá-la, depois de passear, angustiado, por um blog branco e
cjeio de saúde. Mas cheguei e achei
que o seu espírito estava tocado pela amargura, e mesmo assim exprimindo-se com tanta oportunidade funcional e afectiva.
O texto indecifrável da sua amiga é bem uma terrível metáfora sobre a incomunabilidade. As suas visitas excedem as outras todas.
Então, em vez da areia, que «permaneça a amizade, o amor e caarinho.»
Rocha de Sousa

Carlos Gil disse...

:-)